Emigrar para trabalhar no Canadá

O Canadá conta com um número significativo de luso-descendentes na ordem dos 550 000 habitantes. É um dos países com maior procura por parte dos portugueses na altura de procurar emprego no estrangeiro.

Antes de tomar a decisão de se mudar para o Canadá, deve considerar diversos aspectos para conhecer as oportunidades de trabalho e condições de vida.

Não é necessário visto para uma estadia até um período máximo de 180 dias. No entanto, a marcação concreta desse prazo e determinada pelo oficial de imigração a chegada ao Canadá, limite que deve ser rigorosamente respeitado pelo visitante. Este deverá viajar munido de meios comprovativos de capacidade financeira.
Para a obtenção de qualquer tipo de visto, deverá consultar o site Citizenship and Immigration Canada www.cic.gc.ca que contém as informações necessárias e cujas indicações devem ser seguidas. Note que apesar de existir Embaixada do Canadá em Lisboa, o pedido de visto é tratado pela Embaixada do Canadá em Paris (www.france.gc.ca). Continuar a ler

Emigrar para trabalhar na Suiça

Num passado recente foram muitos os portugueses a emigrar para a Suiça. Neste artigo encontrará informação útil sobre o que precisa saber antes de pensar em viajar para este país.

Recomenda-se que antes de decidir sobre mudar para a Suiça que se informe sobre as oportunidades de emprego e as condições de vida.

A Suiça não é Estado-membro da União Europeia (UE) mas integra, desde 2008, o Espaço Schengen, pelo que confere a cidadãos da UE diversos direitos, entre os quais:

  • Isenção de visto para estadias inferiores a três meses (apenas necessita do Bilhete de identidade ou do Cartão de Cidadão valido);
  • Tratamento igual ao concedido aos cidadãos suíços, nomeadamente no que respeita ao acesso a cuidados de saúde, ao emprego, ao vencimento, as prestações sociais e à inscrição nas escolas.

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Recrutamentos em aberto para cadeias de retalho

Impulsionadoras da economia nacional e criadoras de emprego, as cadeias de retalho têm frequentemente ofertas de emprego.

São variadíssimas as vagas disponíveis, que vão desde operadores de caixa, assistentes de pós-venda, responsável de loja, entre outros…

Mesmo que inicie a carreira numa função de 1ª linha, há reais possibilidades de progressão tendo em conta a dimensão destes empregadores.

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Recrutamento de estrangeiros em festivais de música

Centros internacionais de serviços partilhados precisam de pessoas que falem línguas. Portugueses já não chegam para as necessidades

Com a instalação em Portugal de cada vez mais centros internacionais de serviços partilhados e call centers, as empresas de recrutamento procuram pessoas que saibam falar várias línguas, para satisfazer os pedidos dos clientes. Mas começam a faltar recursos nacionais para as necessidades existentes. E quando não há cá dentro, é preciso ir buscar lá fora.

A Adecco, multinacional de recrutamento, avança que, desde 2016 até ao momento, os estrangeiros representam 7% do número total de trabalhadores colocados pela empresa, o que corresponde a uma subida de 2% face a 2015.

“O que temos vindo a verificar nos últimos dois anos é um aumento substancial de pedidos de recrutamento para perfis linguísticos, o que na maioria das vezes representa a necessidade de contratação de colaboradores estrangeiros”, afirma Vânia Borges, responsável de Recursos Humanos e Serviço da área de Trabalho Temporário da Adecco Portugal. Continuar a ler

Estrangeiros Residentes em Lisboa

Cada vez mais o negócio de contact centre multi-lingual cresce em Portugal, muito em parte devido aos excelentes recursos que temos disponíveis: mão-de-obra qualificada, elevada fluência em línguas estrangeiras e sem sotaque, salários mais baixos comparados com país de origem, clima e país excelente para atrair nativos.

Sabemos que existem inúmeras multinacionais em Lisboa cujo principal actividade é oferecer serviços de terceirização de processos de negócios (BPO) ou disponibilização de centros de serviços partilhados (SSC), recorrendo a estrangeiros ou emigrantes com excelentes níveis linguísticos.

Mas, qual a capacidade por exemplo da capital de Portugal para alimentar estas operações com comunicadores fluentes ao nível de nativo? Quantos estrangeiros residem no distrito de Lisboa?

Para responder a esta questão, teremos de nos socorrer das estatísticas disponibilizadas pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), onde é indicado que no final de 2014, o TOP 30 de nacionalidades residentes em Lisboa era o seguinte: Continuar a ler